A fritadeira sem óleo virou item básico nas bancadas brasileiras, mas a variação de preço entre marcas parecidas deixa a dúvida se vale o investimento nos modelos mais caros. Compramos três aparelhos de capacidade média e colocamos todos para trabalhar no preparo das refeições diárias de uma casa de duas pessoas.
Distribuição do Calor e Crocância
No teste clássico da batata congelada, a potência nominal de mil e quinhentos watts nem sempre se traduziu em velocidade. O modelo com grelha perfurada mais espaçada permitiu melhor circulação de ar quente, dourando o alimento por igual sem a necessidade de pausar o ciclo para balançar o cesto a cada cinco minutos.
Já ao preparar cortes de frango com osso, o modelo com gaveta quadrada aproveitou muito melhor o espaço interno do que as opções de cesto redondo, permitindo acomodar quatro pedaços sem sobreposição.
Facilidade na Hora de Lavar
O grande gargalo no uso diário continua sendo o revestimento antiaderente do cesto interno. Após vinte ciclos completos de cozimento e lavagem com esponja macia, um dos modelos demonstrou pequenos pontos de desgaste na camada protetora, enquanto os outros dois mantiveram a superfície intacta sem grudar resíduos de gordura.
Resultado do Uso Diário
A fritadeira de cesto quadrado com cesto removível de trava dupla levou o prêmio de praticidade. Além de assar mais rápido, o antiaderente de maior espessura facilitou a limpeza na pia sem exigir molho prolongado com detergente.
